A palavra viciada lembra-me do meu primeiro jogo: os POKÉMONS (quem não jogou?) para o Game Boy Color. Já lá vão uns bons aninhos.
Na altura, não pensava em mais nada, vivia para o jogo. Para onde fosse, havia Pokémon isto ou Pokémon aquilo. Só faltava mesmo eles existirem.
Até cheguei a colecionar cromos deles. Pobre da minha mãe, que gastou uns bons trocos nessa altura.
Na TV, nunca perdia um episódio. Quando acabavam, era o fim do mundo para mim; ficava sempre chateada porque queria mais.
O vício só passou quando saíram os Pokémon Silver, Gold e Crystal (se não estou em erro).
Hoje em dia, ainda jogo Pokémon. Obviamente, é como aprender a andar de bicicleta: nunca se esquece da emoção de jogar.
Claro que tive “recaídas”, mas quem não teve?
Há outros jogos para além dos Pokémon que me puseram viciada, mas em comparação, os Pokémon ganham.
A primeira geração de Pokémon foi a que mais me marcou, o que faz deles os meus favoritos até à minha morte.

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